Terceira fase da Carbono Oculto mira lavagem de dinheiro do crime organizado em combustíveis
Gaeco e Receita Federal apontam operação de R$ 370 milhões ligada a uma usina; ministro fala em movimentação de R$ 11 bilhões.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público de São Paulo, e a Receita Federal fizeram em 24 de setembro a terceira fase da Operação Carbono Oculto. Com apoio da Polícia Federal, os órgãos investigam uma estrutura complexa de lavagem de dinheiro para viabilizar a compra de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país.
A suspeita é de que a estrutura criminosa tenha sido montada para ocultar o controle de uma usina sucroalcooleira. Segundo a investigação, fintechs foram utilizadas para fazer a movimentação financeira da organização criminosa.
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